quarta-feira, 24 de julho de 2013

Escolhas...

        Na vida temos em geral duas opções, digo em geral porque comigo funciona assim, reduzo sempre em dois, os caminhos a serem escolhidos. Ou escolhemos cair na pilha do irmão pentelho ou exercemos nosso poder de 'ser superior' ,tá admito que geralmente a 1ª opção me escolhe kkkkk.   Ou ficamos encucados por o outro não responder nossas mensagens, sinais de alerta, e fantasiamos: 'Tá nem aí pra mim' 'Ele não me ama', certo nem sempre é fantasia, o outro pode mesmo tá em outra =P ;ou desencanamos e  vemos essa 'ausência' como: ''Fulano deve está numa semana difícil' ou ainda 'Não é porque ele não respondeu que não gosta de mim'.

        Escolher não é uma tarefa fácil, nós mulheres, por exemplo, já nos descabelamos quando temos que escolher a roupa para ir a um casamento (vestido ou saia? Social demais ou elegante despojada?). Imagine quando temos que optar sobre o que queremos ser quando crescer, que profissão seguiremos, controlar a vida ou deixar  a vida levar?????????????

          Confesso que não tenho muitas convicções nas minhas escolhas, muitos menos respostas para a maioria dos meus dilemas, mas por hoje, já fiz minhas escolhas: nada de insistir pelo que não vale a pena; escolhi arriscar; perdoar mais; assumir minhas vontades; gritar se tiver vontade; chorar caladinha no silêncio da noite;amar mais; viver mais...
Escolhi  viver tudo que há pra viver e você?

terça-feira, 23 de julho de 2013

Memórias de uma Leitora



                Considero-me hoje uma leitora compulsiva- daquelas que leem nota fiscal (sim nota fiscal), papeis de mãe de santo embora eu não tenha interesse em contratar seus serviços kkkk, também leio livros de todos os tipos: dos clássicos ao Best-seller.
            Desde sempre fui vidrada e livros, recordo-me dos primeiros livros infantis que me deparei na escola, em especial de um que retratava a história de um elefante que ganhara da sua namorada uma gravata espalhafatosa - a história toda se desenrola a partir desse presente de gosto duvidoso. Acho que nesse momento eu já havia sido contagiada pelo vírus da leitura *__*
                Depois lembro-me dos clássicos (as heroínas românticas de José de Alencar  ) lidos na minha adolescência sob influencia da minha irmã. A cada página lida eu era tomada por um sentimento de mais, queria devorar os livros, queria saber o que aconteceria com a jovem Ceci; o que motivou Lucíola a se tornar prostituta; sofria na ânsia de saber até quando Aurélia ia prosseguir com a sua vingança.
                Ao contrário do que escuto de muitos, ler para mim sempre foi um prazer, nunca uma tortura, mesmo quando me deparei no ensino médio com as leituras obrigatórias, sempre conseguir extrair dos livros 'impostos' algo que me encantasse. Adorei a  personagem Macabea -Hora da Estrela- dai me apaixonei pelos escritos de Lispector. Me emocionei com os relatos de Negrinha de Monteiro Lobato. Fiquei no mínimo chocada de início com O Cortiço. Mas é claro, que também tive livros que odiei,mas esses não lembro, pois prefiro lembrar do que me fascina. 
                 Talvez, esses foram um dos fatores que inconscientemente me empurraram para a graduação em Letras. Na faculdade tive a oportunidade de conhecer escritores até então esquecidos pelos professores, e rever outros já conhecidos com uma nova cara. Desses achados, encontrei um José de Alencar que eu não conhecia - o escritor de conto maravilhoso no livro Encarnação (que por sinal eu super recomendo); Tive a surpresa de amar Guimarães Rosa (AMEI o conto Soroco, sua mãe e sua filha); amei Lya Luft, Lima Barreto e tantos outros que poderia passar o dia aqui citando...
                   Como uma boa leitora, sei vasculhar em todos os âmbitos da literatura, e cheguei aos best seller >>>> "@mor, A Culpa é das Estrelas, Como eu era antes de você, O inferno de Gabriel...Também já me arrisquei no terreno das 'literaturas de massa' -- conheci alguns livros da coleção Sabrina -dessa vez outra irmã me apresentou uma amiga-irmã.  Pois como diria, Drummond '"A leitura é uma fonte inesgotável de prazer mas por incrível que pareça, a quase totalidade, não sente esta sede."